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CAIXETA |
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Trabalhamos com serrarias conceituadas não só na qualidade do produto ,como tambem na procedencia da madeira e legalização da madeira .
Nossa Serraria neste produto é exportadora de pranchade gaxeta para vário paises
da Europa e Estados Unidos .Temos caxeta em varias bitolas de pranchas e também aproveitamento. |
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Caixeta: madeira leve, fácil de trabalhar e estável. Fora usada para caixas e para objetos pequenos e esculpidos. |
Dados da Espécie
Especificações Gerais
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| Familia: |
Bignoniaceae |
| Nome Científico: |
Tabebuia caáinoides (Lam.)A. P. de Condolle |
| Nomes Comuns: |
caixeta, caixeta branca, caixeta falsa, caixeta vermelha, caixeta do litoral, corticeira, ipê branco, ipê caxeta, malacaxeta, pau caixeta, pau caxeta, pau paraíba, pau viola, pau darco branco, pau de tamanco, pau de viola, pelada, peroba dÓgua, tabebuia, tabebuia do brejo, tabeuia, tabibuia, tagibebuia, tagibibuia, tagibubuia, taiavevuia, taiavovuia, tamancão, tamanqueira, tamanqueiro |
| Crescimento: |
árvore |
| Grupo Ecológico: |
pioneira |
| Ocorrência: |
floresta ombrófila densa , restinga |
| Distribuição Geográfica: |
BA ES PE PR RJ SC SP |
| Dispersão: |
anemocoria |
| Polinização: |
melitofilia |
| Floração: |
SET OUT NOV DEZ JAN FEV |
| Frutificação: |
OUT NOV DEZ JAN FEV MAR |
Utilização
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| Utilizada para: |
Construção
Melífera
Madeira Nobre |
Dados do Caule
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| Tipo de Estrutura: |
raízes aéreas |
| Densidade da Madeira: |
0,37 |
| Observações: |
A madeira é usada principalmente para fabricar lápis, substituindo o cedro americano. Também utiliza-se a madeira para trabalhos em artesanato manual, sendo fácil de ser entalhada e esculpida. |
Dados da Flor
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| Tamanho da Flor: |
0 |
| Cor: |
branca |
| Estrutura: |
címula |
| Tipo: |
Inflorescencia |
| Observações: |
As flores apresentam estrias roxas e são perfumadas. A corola tem 6 a 9 cm de comprimento, o cálice liso com 1a 2 cm de comprimento, reunidas em címulas trifloras agregadas nas pontas dos rácemos. |
Dados da Folha
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| Tipo: |
Simples |
| Forma da Flor: |
lanceolada |
| Tamanho da Flor: |
4 x 10 |
| Inserção: |
oposta |
| Consistência: |
coriácea |
| Contem: |
Nervação
Pilosidade |
| Observações: |
O ápice é obtuso e a base aguda. É uma das poucas espécies do gênero com folhas simples. |
Dados do Fruto
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| Tipo do Fruto: |
síliqua |
| Estrutura: |
Seco |
| Cor do Fruto: |
castanho |
| Tamanho: |
20 |
| Deiscencia: |
sim |
| Periodicidade: |
anual |
| Observações: |
O fruto é uma síliqua estriada, subquadrangular linear, coriácea. Apresenta muitas sementes. |
Dados sobre Pragas e Doenças
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| Descrição da Doença: |
Os brotos da caixeta são altamente susceptíveis ao ataque de insetos e fungos. |
Dados das Sementes
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| Forma da Semente: |
asa |
| Tamanho: |
0,7 |
| Observações: |
A semente é bialada, com até 3 cm de largura, delgada, com asas membranáceas, largamente côncavo convexas, com venação castanha. |
Técnicas em Viveiro
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| Beneficiamento: |
A deiscência dos frutos ocorre de um dia para outro, liberando sementes aladas, disseminadas pelo vento. As sementes de frutos coletados ainda fechados e verdes apresentam germinação entre 85 e 95 %. |
| Sementes por Kilo: |
40000 |
| Dormência: |
não |
| Quebra Natural: |
0 meses |
| Quebra Câmara: |
0 meses |
| Umidade: |
0 % |
| Germinação: |
75 % após 20 dias |
| Propagação: |
estaquia |
| Condução: |
pleno sol |
| Formação: |
a 30 cm em 6 meses |
| Tolerância: |
sim, 5 semanas após a germinação |
| Plantio: |
O comportamento da caixeta em plantios é pouco conhecido. Em Ilha Solteira - SP ela apresentou , um ano após plantio, em espaçamento 3 x 3 m altura média de 2,01 m , com alturas variando de 0,90 a 4,0 m. Reflorestamentos utilizando-se plantas oriundas de regeneração natural não foram bem sucedidos. |
| Conservação: |
Medianamente ameaçada. |
Bibliografia
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CARVALHO, P.E.R. Espécies florestais brasileiras. Recomendações Silviculturais, potencialidades e uso da madeira. EMBRAPA-CNPF. Brasília. 1994. 640p.
JANKOWSKY, I.P. Madeiras Brasileiras. Caxias do Sul, SPECTRUM, 1990, V.1.
ENGEL, V.L.; MORAIS, A.L. & POGGIANI, F. Guia de localização e reconhecimento das principais espécies arbóreas do Parque da Esalq. Relatório de Pesquisa. FEALQ. 1984.
LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de Identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa. Ed. Plantarum. 1992. 352p.
BARROSO, M.G. Sistemática de Angiospermas do Brasil. EDUSP. V.1, V.2, V3. |
FONTE :http://www.ipef.br/identificacao/nativas/detalhes.asp?codigo=49 |
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