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DORMENTES FERROVIARIOS

DORMENTES DE MADEIRA TRATADA EM EUCALIPTO


Os dormentes ferroviários são da parte das mais importantes de implantação de novas ferrovias e retivação de ferrovias em reforma As ferrovias são meio de transporte terrestre com maior capacidade de carga e de passageiros. Os dormentes, mais tradicionalmente os dormentes de madeiras, são essências dessa estrutura. Portanto, num país de dimensão continental como o Brasil é inconcebível que para o transporte de passageiros e cargas se desconsidere o transporte ferroviário. A precariedade das estradas e as enormes distâncias a serem vencidas são desafios daqueles que precisam cruzar os quadrantes do País, sem terem outra alternativa de transporte. Até a metade do século XX existiam muitas estradas de ferro e o transporte ferroviário tinha considerável importância no sistema viário do País. Na segunda metade do século XX tais estradas foram abandonadas, sobrecarregando sobremaneira o transporte rodoviário.

 

dormentes

 

 

Os primeiros dormentes para o leito dos trilhos foram feitos de blocos de pedra, em 1820, quando foram utilizados nos trilhos de várias ferrovias americanas. Devido a problemas de rigidez e inabilidade de segurar a bitola, esses dormentes foram logo abandonados. Na mesma época, uma linha de Boston experimentou a colocação de dormentes de madeira, que provou ser um sucesso, sendo, copiado pelas demais ferrovias. Os primeiros dormentes eram de carvalho, pinho, cedro, castanheira, cipreste e muitas outras madeiras. A abundância dessa matéria-prima, localizada sempre próxima às ferrovias, não preocupou os empresários de então sobre a sua durabilidade. Com o passar dos anos, houve um aumento no consumo de madeira, levando à necessidade de se pensar em prolongar sua vida útil, já que a expansão da malha ferroviária permitia cada vez mais a ligação das áreas produtivas agrícola e mineral à portos, indústrias e mercado consumidor. Isso resultou na definição de uso de certas madeiras consideradas mais macias. Para tanto não podem ser utilizados, sob hipótese alguma, dormentes ocos ou que apresentem brocas, saliências ou reentrâncias na zona de pregação.

 

dormentes de eucalipto dormentes ferroviarios
Dormentes de eucalipto tratado dormentes de eucalipto saindo do autoclave

 

 

 

 

Entre 1889 e 1930 após expansão acelerada da malha ferroviária, diversas empresas enfrentaram dificuldades financeiras, obrigando o estado assumir o controle das ferrovias. Atualmente o sistema encontra-se marcado pela total privatização da malha ferroviária. Em decorrência de cenário, setores econômicos tem seus investimentos canalizados nesses ramais, visando a implantação de projetos seletivos, com a reestruturação da malha ferroviária e sua modernização.

Os dormentes de madeira de eucalipto fazem parte significativa dessa nova fase da malha ferroviária nacional.

 

Fontes de Pesquisa:

http://www.remade.com.br/pt/revista_materia.php?edicao=75&id=398
http://www.antf.org.br/index.php/informacoes-do-setor/cronologia-historica-ferroviaria

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