EUCALIPTO TRATADO EM AUTO CLAVE

 

FLORESTA MADEIRAS E REPRESENTAÇÕES

 


eucalipto tratado

EUCALIPTO TRATADO
EUCALIPTO ROLIÇO
POSTES DE ESCALIPTO

EUCALIPTO TRATADO EM AUTO CLAVE
POSTES DE EUCALIPTO
PALANQUE DE EUCALIPTO
PALANQUINHO DE EUCALIPTO PARA CERCAS
EUCALIPTO ROLIÇO
EUCALIPTO PARA CERCAS
MOURÕES DE EUCALIPTO
Dimensões Básicas
Produto
Comprimento
Diâmetro
Cerca Elétrica
1,60
06/07 ou 07/10
Cercas
2,20
2,20
2,20
06/07
07/10
10/13
Currais
3,00
3,00
4,00
13/16
16/19
16/19
Caibros
3,00
4,00
5,00
07/10
07/10
07/10
Pilares
2,50
3,00
16/19
16/19
Esticadores p/ cercas
2,50
ou
3,20
10/13
13/16
16/19
20/25
Esticadores p/ fruticultura
3,20
ou
3,50
07/10
10/13
13/16
Postes p/ Telefonia e Eletrificação
6,00
ou
7,00
10/13
13/16
16/19

O Eucalipto foi introduzido no Brasil em torno de 1865 como árvore decorativa e começou a ser plantado para fins industriais em 1903.. Postes e Eucalyptus longifólia in natura foram usados para linhas telefônicas em 1916, no Estado de São Paulo, e duraram seis anos, o que reflete a baixa durabilidade natural da espécie, necessitando, pois, de tratamento preservativo.

Novas tentativas de utilização de postes de eucalipto, sem tratamento, foram repetidas de 1920 a 1930, como decorrência da disponibilidade dessa essência exótica, escassez existente já naquela época de espécies nativas e ainda da demanda crescente de postes, devida a expansão da energia elétrica, que começou a ser gerada hidraulicamente no final do século XIX.

O alburno (brancal) tanto das madeiras de cerne durável, bem como o das madeiras de reflorestamento e, entre elas o de eucalipto, apresentam baixa durabilidade natural aos agentes xilófagos (fungos e insetos, entre outros), necessitando, portanto, de tratamento com produtos adequados de forma que, ao final do processo, se obtenha uma coroa externa suficientemente penetrada e com uma absorção de produto químico suficiente para inibir o processo de deterioração biológica.

Somente em 1945 surgiu a primeira usina operando sob pressão para o tratamento de madeira. As vastas dimensões territoriais e condições de clima e de solo favoráveis a implantação de florestas fizeram com que o Brasil se notabilizasse como um país de elevada vocação florestal. Assim é que, espécies exóticas, como o eucalipto e o pinus apresentaram extraordinário crescimento, com ciclos silviculturais entre 6 e 7 anos, contrastando com aqueles exibidos por países de clima frio e temperado, onde esses valores ficam na faixa de 60-80 anos.

Na década de 70, o setor madeireiro, e em particular o de preservação de madeiras, ganhou um grande impulso em função do aperfeiçoamento tecnológico das indústrias e do surgimento de grande maciços florestais, principalmente de eucalipto, como resultado da política governamental de incentivos fiscais para o reflorestamento, o que deu origem a uma tecnologia silvicultural de florestas plantadas, hoje reconhecida em todo o mundo.

Trato silvicultural adequado e adoção de técnicas de melhoria genética para plantio.

Atualmente a área reflorestada com o gênero eucalipto no Brasil atinge a três milhões de hectares. Esses dados refletem que a indústria de preservação de madeiras tem todas as condições para continuar suprindo a demanda atual e o aumento estimado como conseqüência do programa que objetiva levar energia elétrica, até 2008, a 12 milhões de brasileiros que não têm acesso a esse tipo de serviço.

Dessa atividade industrial, podem ser destacados vários benefícios, como:

-Seqüestro de CO2 da atmosfera, contribuindo para a diminuição do efeito estufa, já sensível em termos globais: para cada tonela de madeira produzida a árvore retira 1,8 toneladas de CO2, devolvendo cerca de 1,3 toneladas de O2;

-Por ser um recurso natural renovável e de ciclo curto, o uso intensivo do poste de eucalipto tratado apresenta-se como a solução ecológica mais viável para o abastecimento de um país de dimensões continentais e elevada carência de linhas de distribuição elétrica;

-O poste de eucalipto tratado é um produto industrializado, o que significa dizer que sua produção é controlada, possibilitando que parâmetros com retenção e penetração de produtos químicos possam ser atingidos em conformidade com as normas existentes para o setor de eletrificação;

-Conforme a lei nº 4.797 de 20 de outubro de 1965 e a Instrução Normativa Conjunta Ibama e Anvisa, que disciplinam o setor Preservação de Madeiras no Brasil, o tratamento preservativo de madeiras é obrigatório. A lei é valida para peças ou estruturas de madeira, encontrando-se entre elas o poste de madeira para distribuição de energia elétrica.

Esta obrigatoriedade deve ser observada exclusivamente com relação às essências florestais passíveis de tratamento. São passíveis de tratamento preservativo as peças de madeira portadoras de alburno ou as que, sendo de puro cerne, apresentem alguma permeabilidade à penetração dos produtos preservativos em seus tecidos lenhosos. No caso do uso de madeira de cujo alburno foi descartado, o seu cerne deve ser de alta durabilidade natural aos fungos apodrecedores e insetos xilófagos (brocas-de-madeira e cupins) para as condições de risco a que a madeira tratada for submetida.

Com relação ao tratamento preservativo da madeira, deve ser considerada a utilização de produtos preservativos e processo de tratamento de menor impacto ao meio ambiente e à higiene e segurança, a disponibilidade de produtos no mercado brasileiro, os aspectos estéticos (alteração de cor da madeira, por exemplo), aceitação de acabamento contínuo.

Só devem ser utilizados os produtos preservativos devidamente registrados eautorizados pelo Ministério do Meio Ambiente, através do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que avalia os resultados dos teste para classificação da Periculosidade Ambiental. Assim como, para o tratamento industrial da madeira, deve-se exigir registro no Ibama das usinas de preservação de madeira e outras indústrias que utilizam esses produtos.sendo introduzida na autoclave e ao fundo a cabine dos controles automáticos de operação. tratamento, ou aguardando inspeção final de aprovação para posterior embarque.

Para a produção do poste de madeira há uma economia substancial no consumo de energia. Por exemplo: para a produção de um postes de eucalipto gasta-se cerca de 1.050 kcal, enquanto que para o poste de concreto atinge 550.000 kcal;

Os produtos químicos empregados na preservação de postes são na sua maioria hidrossolúveis e a base de cobre, cromo e boro (preservativo CCB) ou a base de cobre, cromo e arsênio (preservativo CCA). O cromo hexavalente, presente em ambas as formulações, é reduzido a cromo trivalente em contacto com os açúcares redutores da madeira. Esse processo de redução de valência é responsável pela fixação dos outros elementos químicos à estrutura da madeira, na forma de sais complexos insolúveis;

Isto equivale a dizer que, ainda do ponto de vista ecológico, a utilização do poste de madeira tratada é bastante segura, tendo em vista que as formulações comerciais existentes e estabelecidas por normas nacionais e internacionais são balanceadas em função da máxima eficiência em relação aos agentes xilófagos (microrganismos e insetos) e mínima lixiviação dos elementos químicos, ficando sempre abaixo dos valores de toxidez toleráveis para o meio ambiente;

Os valores aceitáveis de retenção e penetração de produtos químicos no poste de madeira são especificados por norma o que possibilita um controle de qualidade rigoroso, tanto da solução preservativa como da madeira tratada. Na foto, apresentada, a seguir, vê-se um espectrofotômetro de absorção atômica que permite o controle da qualidade dos postes de madeira preservada. Além do Convênio mantido entre o IPT e a ABPM , que controla a qualidade do produto acabado, é essencial que cada usina tenha um laboratório em suas dependências, possibilitando a diminuição do número de rejeitos, quando da inspeção final, permitindo assim o fiel cumprimento dos cronogramas de entrega a seus clientes.preservados.

Com todos esses cuidados obtém-se um produto final com durabilidade esperada de 25 anos (embora por norma a garantia do produtor seja de 15 anos), valor que pode ser estendido mediante a adoção de um programa de manutenção preventiva, com previsão de inspeções periódicas (em geral a partir do oitavo ano) e, se for o caso, o emprego de medidas curativas como, por exemplo, o reforço, in loco, do tratamento na linha de aforamento do poste com substâncias específicas para esse fim.

Programas desse tipo são usados, com pleno êxito, em países como os Estados Unidos que consomem cerca de seis milhões de postes preservados por ano em suas linhas de eletrificação.

Entre as vantagens técnicas, comerciais e de logística apresentadas pelo poste de eucalipto preservado, em relação a seus suscedâneos de outros materiais estão:

Durabilidade: a durabilidade obtida quando o poste de eucalipto é tratado em auto-clave de acordo com as normas vigentes é tal que o seu custo anual é inferior ao poste de qualquer outro material concorrente;

-Redutor de custos: o custo menor do poste de madeira preservada se reflete imediatamente nas linhas de distribuição com uma redução de 3-4%.

-Desempenho elétrico: devido à constante dielétrica da madeira diminuem sensívelmente os riscos de fugas de corrente ou descargas elétricas nos postes desse material.

Choque mecânico: em função da maior elasticidade da madeira, esses postes são menos sensíveis aos choque mecânicos em comparação a outros materiais.

Manuseio e Transporte: o custo de transporte do poste de eucalipto tratado é menor por pesar menos que o poste equivalente de outro material; não exige equipamento especial ou maiores cuidados para carga e descarga; essa facilidade sobeja em locais acidentados ou de difícil acesso, uma vez que podem ser arrastados, até mesmo, por tração animal.

Antônio Francischinelli
http://www.remade.com.br/pt/revista_materia.php?edicao=97&id=918




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